Em Foco
- Antes, a pessoa poderia, pesquisar por uma categoria, abrir diferentes em seu navegador, comparar produtos e serviços, construindo sua própria lista de possibilidades.
- Uma marca pode ser conhecida e relevante, e ainda ficar fora da primeira leva de conversa que o consumidor tem com a IA.
- Ser lembrado pelas pessoas e ser reconhecido pelos sistemas que ajudam o indivíduo a fazer suas escolhas.
Durante anos, as marcas disputaram sua atenção.
Primeiro nas prateleiras.
Depois nas buscas
E por último no feed.
Agora adicionando uma nova camada começa a entrar nessa disputa: a Inteligência Artificial.
O consumidor pergunta.
A IA interpreta o que pediu.
Compara e filtra, mas existe um detalhe importante, ela pode cometer erros. Por isso sempre é recomendado conferir as informações, independente de qual IA você estará usando.
Parece algo simples, mas altera uma das etapas mais importantes da relação pessoas e marcas, a descoberta. Antes, a pessoa poderia, pesquisar por uma categoria, abrir diferentes em seu navegador, comparar produtos e serviços, construindo sua própria lista de possibilidades.
Agora parte desse trabalho, pode ser entregue de maneira automatizada. Nesse cenário a marca precisa, antes mesmo de disputar o seu clique.
Em agosto de 2026, uma pesquisa da NIQ revelou que 74% dos consumidores já utilizam IA para descobrir produtos.
Uma marca pode ser conhecida e relevante, e ainda ficar fora da primeira leva de conversa que o consumidor tem com a IA.
A questão não é apenas ser lembrado. É ter a lembrança de marca, pelo consumidor. É aí é que vem a pergunta para o Branding.
Como uma marca é reconhecida por uma Inteligência Artificial?
Não estamos falando dela ser vista.
Estamos falando de ser compreendida.
Seu posicionamento está claro?
Sua informação tem consistência?
O que a marca promete aparece em diferentes pontos de contato?
Existe conteúdo suficiente para comunicar aquilo que ela representa?
Porque, quando uma IA precisa sugerir, ela primeira precisa entender o que a marca representa. E essas mudanças são uma das mais interessantes deste novo cenário.
Durante anos, trabalhamos para construir uma lembrança de marca forte na mente dos consumidores.
Agora precisamos lidar com dois novos desafios: Ser lembrado pelas pessoas e ser reconhecido pelos sistemas que ajudam o indivíduo a fazer suas escolhas.
A questão não é mais ser lembrado. É fazer parte da consideração.
O movimento já começou.
Fonte: https://nielseniq.com/global/en/news-center/2026/ai-is-resetting-the-rules-of-growth-in-cpg/
